Política Domingo, 31 de Março de 2024, 10h:21 | Atualizado:

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FARRA DAS RJS

Aprosoja quer ajuda de ministro de Lula para enquadrar empresas caloteiras

Críticas de Carlos Fávaro ao excesso de recuperações gerou reações

BRENDA CLOSS
Da Redação

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beber e carlos favaro.jpg

 

O presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT), Lucas Costa Beber, amenizou as críticas feitas pelo ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, a respeito da "banalização" das recuperações judiciais no agronegócio. Apesar de não considerar a declaração "infeliz" pediu para que o senador licenciado cobrasse empresas que 'dão calote' no setor.

Durante entrevista à Rádio Cultura, o ministro condenou a "enxurrada" de decisões que permitiram que vários produtores rurais pedissem a medida, revelando ainda que levou o fato ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Na avaliação de Fávaro, a medida é extremamente prejudicial para a concessão de crédito, já que ela faz com que os juros aumentem e também afasta investidores que tenham interesse em aplicar dinheiro no setor.

O presidente da Aprosoja, não considerou a fala "infeliz", mas ponderou que a maneira como é colocado pode ser mal interpretada. "Eu acho que a maneira como se coloca, e às vezes é interpretada no momento, a recuperação judicial é um remédio, principalmente para um ano como esse de crise. O que a Aprosoja sempre defendeu é a simetria, se há para a empresa, há para o produtor", disse à imprensa na última quarta-feira (27).

O representante dos produtores até concordou que esse instrumento jurídico não pode ser "banalizado" e achou sensato da parte de Fávaro ter levado ao CNJ, por considerar que quem julga é o judiciário e não cabe a ele dizer se essa ou aquela a recuperação é certa ou não. 

"A gente sabe que tem recuperações que foram planejadas há mais de três anos, foram colocadas mesmo nos períodos de bonança, então esse tipo de banalização também a gente não concorda. A gente concorda que o instrumento existe, para realmente ajudar o produtor", ressaltou o presidente.  

Apesar disso, o presidente da Aprosoja-MT pediu mais isonomia por parte de Carlos Fávaro e recomendou que o ministro se pronunciasse e também cobrasse, de forma mais energética, empresas compradoras que 'dão calote' nos produtores, o que gera prejuízo ao setor.

"A única coisa que esperamos é que ele também se pronuncie em empresas que muitas vezes prejudicam. O produtor às vezes faz a compra de uma semente, de um adubo, de um químico, paga à vista e na hora de receber não recebe. O produtor entrega a soja às vezes para uma empresa compradora, faz o compromisso, também não recebe. Então, acho que seria bem-vindo às críticas dos dois lados, não só contra os produtores", encerrou Beber. 





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Comentários (5)

  • frete

    Domingo, 31 de Março de 2024, 13h31
  • faz arminha agora, meteu pau no lula e agora bozotários.....
    7
    0



  • Luis massig

    Domingo, 31 de Março de 2024, 12h27
  • É o povinho fascistoide
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  • Lúcio peixe

    Domingo, 31 de Março de 2024, 12h07
  • Isso é o agro!
    6
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  • Chico

    Domingo, 31 de Março de 2024, 12h05
  • Aviso aos brasileiros: Quando o assunto é a malandragem não existe ideologia, classe social, gênero etc..
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  • FAZ O L !!!!!!!

    Domingo, 31 de Março de 2024, 12h01
  • Tem que prender estes GOLPISTAS!!!!!!!!
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    0











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