25 de Agosto de 2019,

Política

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Segunda-Feira, 22 de Julho de 2019, 22h:15 | Atualizado:

CONTRATO MILIONÁRIO

MP e PC investigam desvio de cascalho em secretaria de Cuiabá

Denúncia revela que adjunto, que é irmão de vereador, lideraria esquema


Da Redação

estrada-cascalho.jpg

 

O Ministério Público do Estado e a Delegacia Fazendária estão investigando o secretário-adjunto de infraestrutura de Cuiabá, Júlio Malheiros, por suspeita de “comercialização” de cascalho e outros materiais pertencentes à prefeitura municipal. De acordo com informações do inquérito conduzido pela promotora de Justiça, Daniela Berigo Büttner Castor, o secretário-adjunto estaria agindo em conjunto com seu motorista, Jones Campos – um ex-servidor contratado pela prefeitura da Capital e que foi exonerado em novembro de 2018.

O suposto esquema também contaria com a participação da G.O. Lima Me, empresa que teria como “testa de ferro” uma mulher denominada como “Laura”. As fraudes estariam ocorrendo desde a gestão Mauro Mendes (DEM) na prefeitura da Capital. “Segundo o noticiante, o secretário adjunto de Infraestrutura, senhor Júlio Malheiros, juntamente seu motorista ‘Jones Campos’ (contratado), estariam comercializando cascalho e outros materiais pertencentes ao município, e que isso vem ocorrendo desde a gestão anterior de Mauro Mendes. Indica, que ambos servidores possuem estreita relação com a empresa G.O. Lima ME, que supostamente tem como testa de ferro ‘Laura’, empresa essa que tem contrato com a mencionada secretaria para fornecimento de tais materiais”, diz o inquérito.

A denúncia aponta diversos contratos firmados entre a empresa e a prefeitura de Cuiabá nos últimos anos. Porém, o último deles, conforme aponta o inquérito, foi uma aquisição de cascalho, no valor inicial de R$ 783.444,77, com vigência de 12 meses.

O negócio foi oficializado em novembro de 2018. Os autos informam ainda que a denúncia que originou a investigação apontam que Júlio Malheiros elegeu o irmão – o vereador e ex-presidente da Câmara de Cuiabá, Justino Malheiros (PV) -, “só com venda de material da Secretaria”. “Relata que há informações de que o motorista Jones permanece com o carro da administração pública por 24 horas. E que dizem que Júlio elegeu o irmão dele Justino Malheiros só com venda de material da secretaria sendo de conhecimento de várias pessoas”, aponta a denúncia.

Além da suposta venda de insumos da Secretaria de Infraestrutura, a denúncia aponta também um suposto esquema de “cartas marcadas” em licitações na pasta, tendo em vista que “processos licitatórios já tem indicação dos vencedores, em especial nos procedimentos de Carta Convite”. Ainda não há denúncia oferecida à Justiça.

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Comentários (4)

  • Marcos Paulo | Terça-Feira, 23 de Julho de 2019, 08h34
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    0

    todo mundo da secretaria sabe disso!!!vendem areia,cascalho,combustível!!!geralmente eles sai na hora que o secretário vai almoçar entre 11 graduação até as 13 hrs..pra não correr o risco de o secretário perguntar para onde vai o caminhão!!Só apertar os motoristas dos caminhões caçamba que resolver entregam o Julio e o Jones!!!Cada caminhão vendido a 200 a 400 reais..eh só intimar os motoristas que eles entregam!!quebra o sigilo que vai pegar eles.o secretário sabia tbm!!Só que como o João Justino era presidente da câmara ele tinha mais força que o secretário.Pq o presidente da câmara quem aprova o que o prefeito precisa.secretaria inteira sabe do Júlio e do Jones!!!

  • José | Terça-Feira, 23 de Julho de 2019, 08h32
    2
    0

    QUANDO É QUE SERÁ INVESTIGADO O DESGOVERNO PEDRO TAQUES ? O DESGOVERNO PEDRO TAQUES QUEBROU O ESTADO POR CAUSA DOS MAIS DE R$25 BILHÕES DE IRREGULARIDADES EM 2015 A 2018. Até agora não foi apurada a responsabilidade de todos os membros do desgoverno taques quanto aos desvios e fraudes do desgoverno da transformação do estado em caos e roubalheira, cujas irregularidade somadas já ULTRAPASSARAM OS $25 BILHÕES. Só para lembrar aí vai a lista detalhada dos mais de $25 bilhões em irregularidades pendentes de serem apuradas: R$69 milhões em desvios na caravana da transformação; perdão de R$645 milhões em dívida da petrobrás; perdão de R$5 milhões de reais em dívidas da unimed cuiabá; a operação Rêmora por desvio de R$57 milhões na SEDUC; operação Bereré por desvio de R$30 milhões no Detran; operação Grampolândia na segurança pública usada para chantagear adversário; delação de Alan Malouf sobre Brustolin recebendo R$80 mil por fora todo mês; delação de Alan Malouf e Perminio indicando que secretários (Permínio, Brustolin, Julio Modesto e etc) recebendo mensalinho de R$30 mil/mês; mensalinho R$100 milhões por dentro para os deputados; rombo de R$4 bilhões no caixa e desvio de $500 milhões do Fundeb; desvio de R$1,2 milhões no fundo de trabalho escravo; desvio e apropriação de R$300 milhões dos municípios; desvio e apropriação de R$300 milhões dos poderes; aumento de $2 bilhões nos Incentivos Fiscais; aumento de milhares de cargos políticos comissionados, aumentou da folha de pagamento pela contratação de mais de 10.000 pessoas; uso da justiça para proteger seus amigos e secretários conforme disse o cabo Gerson; delação de Alan Malouf tratando de 12 tipos de corrupção entre elas os $10 milhões de caixa 2 administrados por Alan Malouf e Julio Modesto; licitação irregular de 11 bilhões para transporte interestaduais; desvio de R$58 milhões em pontes na SINFRA; $300 milhões em vantagem cobrada de quem recebeu antecipado no decreto do bom pagador; crédito de R$100 milhões para o primo Paulo Taques; maracutaia com a juizá candidata para ferrar o Silval e a família dele; irregularidades de R$3 bilhões no Edital nº 02/2018 da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra) sobre rodovias MT 246, MT 343, MT 358 e MT 480. Além disso, apropriação indébita de R$70 milhões descontado dos salários dos servidores públicos para pagar empréstimos consignados, estouro da folha pagando vantagens para apaniguados políticos que receberam salários acima de R$100 mil, contratação irregular de 2000 cabos eleitorais na SEDUC para fazer campanha para o ex-secretário Mahafon, peculato ao gastar R$10 milhões em telefone por secretaria do estado durante a campanha eleitoral para o governo 2018; R$180 milhões em indenizações irregulares pagas em 2018 as empresas supostamente prestadoras de serviços na Secretaria de Estado de Saúde Secretaria. Pedro Taques e Gallo cometeram crime de responsabilidade de R$3,7 bilhões ao deixar restos a pagar para o próximo governo sem a devida provisão de fundos exigida na Lei de Responsabilidade Fiscal.

  • José | Terça-Feira, 23 de Julho de 2019, 07h58
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    Em qual pasta da administração pública de mato grosso que não tem corrupção

  • Justiça de verdade | Terça-Feira, 23 de Julho de 2019, 06h03
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    0

    Vou dar uma maozinha para justiça de sobrenomes que agem todos no mesmo balaio há décadas e cada vez mais escancarados: arruda, lemes, viana, neves, viana, carvalho, salles, campos, fava, a turcaida, libaneses e turcos da vida, vinè, silveira, mendonça, mendes, queiroz, fraga, macedo, diniz, rabello, barros, monteiro, modesto, preza, piran, nascimento, metelo, gaiva, freire, guimarães, pereira, tavares, siqueira, farias, póvoas, falcão, araújo, miranda, dorileo, coitinho, briante, ferreira, lima, riva, costa, rodrigues, figueiredo, adorno, castrillo, silva, magalbaës, ribeiro, prado, bianchi, esteves, scheffer, selle, botelho, cabral, bosco, duarte, muller, vieira, ferraz, roder, .... Os colunáveis e sua parentela. Dos que juram ser virariam uns zés nada como sempre foram so que com as modalidades aplicadas saem todos bem e em todas as esferas.Já adiantei bastante a vida ai dos da lei

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