24 de Agosto de 2019,

Política

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Domingo, 21 de Julho de 2019, 13h:12 | Atualizado:

VLT

Parlamentares sugerem emenda federal para conclusão da obra em MT

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O senador Jayme Campos (DEM) e o deputado federal Emanuel Pinheiro Neto (PTB) ambos de Mato Grosso estão defendendo junto aos demais nove parlamentares federais, sete deputados (Neri Geller, Carlos Bezerra, Juarez Costa, Dr. Leonardo, Rosa Neide, Nelson Barbudo e José Medeiros) e dois senadores (Wellington Fagundes e Selma Arruda), que parte das emendas de bancada e até mesmo pessoais possam ser destinadas para a retomada das obras do Veículo Leve sobre Trilhos – VLT.

A obra inicialmente orçada em R$ 1,4 bilhão está paralisada desde o final do ano de 2014, já que era para a Matriz de Responsabilidade da Copa do Mundo, mas não se tornou uma realidade e hoje provoca prejuízos gigantescos para Mato Grosso e as suas principais cidades.

Estima-se em próximo de R$ 500 milhões o somatório de emendas parlamentares entre individuais e de bancadas para Mato Grosso.

Somente neste ano de 2019 estão empenhados R$ 4.690 bilhões em emendas parlamentares para todo o Brasil, sendo que para 2020 a previsão é de 0,8% das Receitas Correntes Líquidas – RCL que está estimada em R$ 1,8 trilhão, o que representaria emendas da ordem de R$ 144 bilhões para deputados e senadores destinarem investimentos para seus Estados e Municípios.

“A busca pela solução é porque estamos caminhando a passos largos para termos um elefante branco e Mato Grosso e sua população não merecem isto”, defendeu o deputado Emanuel Pinheiro Neto que acredita na possibilidade, de “em comum acordo com a bancada federal definirmos um valor a ser destinado apenas para essa obra que é fundamental para a economia do Estado”.

Já o senador Jayme Campos, esposo da prefeita de Várzea Grande, Lucimar Sacre de Campos sinalizou que na cidade vizinha a Capital os prejuízos são ainda maiores, pois parte dos trilhos foram implantados e muitos empresários perderam seus negócios por causa dos erros de planejamento que já perduram por mais de dois governos.

“Sempre mantive minha perspectiva de que a pior obra é aquela parada, trazendo prejuízos enormes para a cidade e principalmente para a população. O deputado Emanuel Pinheiro Neto me procurou, achei sensata a proposta dele em destinar parte das emendas de bancada e até mesmo pessoal, sem comprometer outros compromissos que todos nós temos com outras áreas como saúde, educação, infraestrutura, segurança nos 141 Municípios de Mato Grosso, sempre procurando levar para a sociedade que se o VLT for retomado estaremos gerando emprego, renda e aquecendo a economia”, disse o senador por Mato Grosso que está em seu segundo mandato e já foi prefeito de Várzea Grande por três vezes e governador do Estado.

Emanuel Pinheiro Neto sinalizou que a intenção de colocar emendas parlamentares na obra do VLT é para que haja uma sinalização para grandes grupos interessados na execução das obras via iniciativa privada.

“Já levei ao governador Mauro Mendes minha posição em favor da postura dele, enquanto chefe do Poder Executivo, quanto ao VLT e até compreendo que ele tenha vontade política e enquanto empresário em retomar e demonstrar que o VLT é viável e possível de ser colocado em prática, mas que existem obstáculos e outras prioridades que exigem de nós parlamentares federais e até mesmo os estaduais, medidas para auxiliar o governador na solução dos problemas”, disse Emanuel Pinheiro para quem o somatório de medidas, seja por emendas parlamentares, seja através de recursos privados e até mesmo de Parcerias Públicos Privadas poderiam viabilizar essa obra, gerar emprego, renda, modernizar as cidades e principalmente demonstrar que Mato Grosso e seus gestores são competentes na construção de soluções viáveis para os problemas que afligem a população.

Jayme Campos e Emanuel Pinheiro Neto, sinalizaram que as emendas impositivas, aquelas que são obrigatórias de serem executadas pelo Governo Federal deverão prestigiar as áreas essenciais como saúde, educação e segurança, além de infraestrutura que estão carentes de investimentos, e que se o equilíbrio for construído entre todos os oito deputados federais e os três senadores da República, será possível em 2020 já termos recursos para abrir entendimentos e permitir que o governador Mauro Mendes retome essa importante e fundamental obra para Mato Grosso, Cuiabá, Várzea Grande e sua gente.

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Comentários (1)

  • Gil | Segunda-Feira, 22 de Julho de 2019, 08h49
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    Vai jogar mais dinheiro público fora? insanidade. Vão encher os bolsos outra vez? Cuidado na hora de receber a propina, leva uma mala para não cair dos bolso. rsrsrsrsrsr

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