Economia Quarta-Feira, 08 de Maio de 2019, 08h:17 | Atualizado:

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INFLAÇÃO

Cesta básica passa dos R$ 500 em Cuiabá

 

DIÁRIO DE CUIABÁ

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A cesta básica, em Cuiabá, fechou o mês de abril cotada a R$ 503,5, valor recorde da série histórica apurada pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea). No mês passado, o conjunto de alimentos básicos na Capital completou o terceiro mês consecutivo de elevação em 2019. A alta reflete as pesadas majorações registradas no tomate, no feijão e na batata. 

Conforme a pesquisa mensal realizada pelo Imea, as altas apuradas no feijão, no tomate e na batata superaram a variação sobre a cesta básica. Na comparação com os valores cotados na média de março, a cesta passou de R$ 479,1 para R$ 503,5, alta mensal de 5%. Já em relação a abril do ano passado, quando a média na Capital foi de R$ 453,2, a variação anual passa a ser de 23%. 

Avaliando o comportamento dos alimentos tidos como os vilões das famílias cuiabanas, observa-se que enquanto a cesta básica variou em 5% ante março e 23% ante abril do ano passado, o tomate majorou 31% no mês e 56% no ano, o feijão reduziu -5% no mês e aumentou em 153% no ano e a batata, 1% e 113%, respectivamente. A cesta básica é composta por 13 itens – carne, leite, feijão, arroz, farinha, batata, tomate, pão francês, café em pó, banana, açúcar, óleo e manteiga - considerados essenciais para uma família com quatro pessoas. 

No mês de abril, como destacam os analistas do Imea, a valorização foi puxada pelo tomate, cotado a R$ 9,8/kg, ainda, se comparado a abril de 2018, a alta foi de 54%, sendo o maior valor do fruto na série histórica do Imea, iniciada em 2012. “Em 2019 o tomate já apresenta valorização acumulada de 27%, ante dezembro do ano passado. Esse acréscimo é proveniente da queda da produção, e consequentemente, da menor oferta, o que ocasionou a valorização nos preços”. Outro produto que auxiliou no aumento do valor da cesta foi o feijão, que exibe alta acumulada de 106% até agora em 2019, quando comparado ao último mês de 2018. “O alimento, que é presença quase que diária na mesa das famílias, apresentou a maior cotação para abril este ano. Este movimento foi influenciado principalmente pela falta de chuva nos estados que são grandes produtores do grão, atrasando a entrada da safra”. 

ALIMENTOS – Dos 13 itens, sete deles tiveram preços inflacionados na passagem de março para abril (carne, batata, tomate, pão francês, café em pó, banana e açúcar), dois não registraram variação (leite e óleo) e quatro tiveram retração no varejo (feijão, arroz, farinha e manteiga).





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Comentários (1)

  • Ant?nio

    Quarta-Feira, 08 de Maio de 2019, 09h20
  • Se não houver a reposição do RGA para o poder executivo vou acabar passando necessidades básicas...
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