10 de Agosto de 2020,

Economia

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Terça-Feira, 30 de Janeiro de 2018, 09h:06 | Atualizado:

Devoluções de cheques superam média nacional em 2017


Diário de Cuiabá

Mato Grosso superou e média nacional de cheques sem fundos em 2017. Com saldo de 2,30% ao longo dos 12 meses do ano passado, o resultado ficou acima dos 2% aferidos no país, conforme dados divulgados ontem pelo 

Indicador Serasa Experian de Cheques Sem Fundos. Em outras palavras, para cada cem documentos compensados no Estado, quase 2,5 deles não foram pagos por falta de saldo nas contas correntes dos emitentes. 

No ranking nacional, Mato Grosso é o 18º em percentual de cheques sem fundos. Já entre os estados, o Amapá segue na liderança foram 15,42% de cheques devolvidos. Na outra ponta, São Paulo teve o menor percentual de devoluções: 1,59%. 

Em relação ao Centro-Oeste, o melhor resultado está em Mato Grosso do Sul, 18º do país, com 2,21% das compensações sem fundos. O Distrito Federal é o 15º, com o maior percentual da região, 3,25% e Goiás ocupa a 17ª posição nacional com 2,49% de devoluções. 

Ainda como detalha o Indicador, na comparação mensal em Mato Grosso, a devolução de cheques aumentou, pois em dezembro do ano passado somou 2,23% do total de cheques compensados, ante a devolução de 2,13% registrada em novembro. Em relação a variação anual, o resultado do último mês do ano foi melhor em relação a dezembro de 2016, quando a devolução pela segunda vez por falta de fundos havia sido de 3,17% do total de cheques compensados. 

No país foram devolvidos pela segunda vez, por falta de fundos, 2% do total de cheques compensados. O patamar de inadimplência com cheques é o menor dos últimos quatro anos, retornando ao mesmo nível de 2013. 

Na comparação mensal, dezembro de 2017 teve um percentual maior de devoluções (1,96%) em relação a novembro de 2017, quando 1,93% dos cheques foram devolvidos. Em relação a dezembro de 2016 houve queda, quando o percentual foi de 2,25%. 

Segundo os economistas da Serasa Experian, a retomada do crescimento econômico, combinada com a queda da inflação e dos juros, e o recuo gradual da taxa de desemprego, contribuíram para a redução da inadimplência com cheques no ano de 2017. 



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