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Quinta-Feira, 05 de Dezembro de 2019, 00h:02 | Atualizado:

MORTE DE JUIZ

Empresário será julgado de novo

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O STF decidiu, nesta semana, pela realização de um novo júri popular pelo assassinato do juiz Leopoldino do Amaral. Em 1999, o magistrado foi encontrado morto, no Paraguai, com dois tiros na cabeça e parcialmente queimado.

Apontado como mandante do crime, o empresário Josino Guimarães já foi submetido a um júri popular sobre o caso. Só que o TRF-1 viu contradição na decisão do conselho de sentença e anulou o julgamento. Vai longe...

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Comentários (4)

  • Marcos Paulo | Quinta-Feira, 05 de Dezembro de 2019, 20h44
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    A nata de Cuiabá todos sabem que ele foi o mandante!!Tem desembargadores aposentados que mandaram o josino encomendar a morte do juiz Leopoldino!!Nos corredores do tribunal de justiça de MT, todos funcionários sabem que ele vendia sentença de desembargadores.

  • Amanda | Quinta-Feira, 05 de Dezembro de 2019, 19h15
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    Uma coisa que nunca entendi nessa caso é como que um empresário vende sentenças judiciais e somente ele está sendo julgado. Se ele vendia sentença, tem juiz e desembargador na história, e sequer foram falados quem seriam eles. Coisas que só acontecem no MT mesmo, nunca vi um judiciário tão unido para praticar crimes e saírem ilesos, salvo raras exceções.

  • O atalaia | Quinta-Feira, 05 de Dezembro de 2019, 15h15
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    Esse empresário nao conseguiu provar inocencia, tampouco comportou-se como dignonde absolvição, tendo em vista que incorreu no crime de violação de sepultura tentando substituir o cadàver do ex juiz e convencer atraves de pericia que Leopoldino está vivo e desaparecido. Essa ação desastrada é uma confissão de culpa....

  • Allan Cardell | Quinta-Feira, 05 de Dezembro de 2019, 12h59
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    Ainda há tempo de abrir o bico... aproveita que ta na moda... a condenação é iminente. Num país sério, este SUJEITO já estaria preso há muito tempo. Mas como nós somos obedientes e cumpridores da tal Constituição, devemos lhe assegurar todas as garantias, tal qual: Contraditório e Ampla defesa, presunção de inocência, etc.. kkkkkkkkkkKKKKKKK

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