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Quarta-Feira, 31 de Janeiro de 2018, 14h:57 | Atualizado:

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Mulher leva 3 tiros, mas revela assassino antes de morrer

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Uma gravação surpreendente mostra um momento realmente trágico. Uma mulher que foi baleada três vezes usa suas últimas forças para revelar ao mundo quem é o seu assassino. Conforme as primeiras informações, a estudante de medicina, Aasma Rani, foi baleada três vezes no último sábado (27) após ter rejeitado um pedido de casamento de um pretendente. A jovem conseguiu escapar do local do crime com a cunhada. O caso horrendo aconteceu na cidade de Kohat, no Paquistão. Rani não resistiu aos ferimentos e faleceu na noite do último domingo (28). No vídeo, que circula no mundo inteiro, a jovem acadêmica sussurra o nome do homem que tirou o futuro que ela tinha pela frente.

Na gravação, que conta com apenas 10 segundos, Rani repete algumas vezes o nome de Mujahid Afridi. Após o homem ter sido identificado, foi descoberto que a estudante de medicina havia rejeitado um pedido de casamento seu. O vídeo é forte e mostra que a jovem mal consegue abrir os olhos para falar, sendo ajudada por outras pessoas. Ainda de acordo com a imprensa local, o suspeito já havia ameaçando a estudante e no dia do crime, estava na frente da casa de Rani fazendo mais ameaças. Afridi estaria acompanhado de seu irmão.

O pai da vítima conversou com a imprensa local, fazendo um pedido de justiça. De coração partido, o homem revelou que as autoridades ainda não capturaram os criminosos. Em luto, ele ainda disse que mesmo sendo um sujeito pobre, irá para as ruas protestar contra a violência contra a sua filha. Ainda teria sido revelado que Afridi é autor de outros crimes. Após a fala do pai, autoridades internacionais relataram que colocaram o suspeito na lista de procurados.

Enquanto isso, a Agência de Investigação Federal local garante que está realizando uma verdadeira caçada humana para capturar o criminoso. Nas redes sociais, os internautas ficaram indignados com o fato, mas lembraram que a região da Ásia em que está localizado países como o Paquistão, Irã e Índia, tem um grave histórico de violência contra as mulheres.



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