14 de Agosto de 2020,

Opinião

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Sexta-Feira, 26 de Janeiro de 2018, 08h:20 | Atualizado:

Franklin Epiphanio

Aviação de Segurança Pública em MT

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Segurança e socorro que vêm do céu!

No ano de 2018 comemoramos 20 anos de aviação de segurança pública no estado de Mato Grosso. 

Ainda que esse importante segmento aeropolicial tenha ganhado asas já no início da década de 80 quando foram realizados alguns estudos para a adoção do policiamento aerotransportado na Polícia Militar de Mato Grosso, com o então Batalhão de Polícia Florestal tendo realizado um trabalho piloto com emprego de ultraleves na fiscalização ambiental, é no dia 12 de janeiro de 1.998 que o Grupamento Aéreo de Radiopatrulhamento (GAR) foi criado no âmbito da PMMT.

Na época fora adquirida uma aeronave de asas rotativas (helicóptero) da família Eurocopter, modelo AS50 B2, recebendo o código de chamada "Águia Uno", que marcaria definitivamente o início das atividades de operações aéreas em nosso estado. 

Em 24 de setembro de 1999, extingue-se o Grupamento Aéreo de Radiopatrulhamento (GAR) e cria-se o Grupamento de Radiopatrulhamento Aéreo (GRAer) com o propósito de "executar o apoio às operações terrestres da Polícia Militar, bem como atuar nas buscas e salvamentos de emergência".

Em 19 de julho de 2006, com o objetivo de fortalecer a integração das instituições de segurança pública, o Governo do Estado cria o Cento Integrado de Operações Aéreas (CIOPAer) dentro da estrutura da então Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (SEJUSP) com o propósito de "modernizar as atividades operacionais da segurança pública que utilizam meios aéreos em todo estado de Mato Grosso".

A nova organização foi criada ainda com a finalidade de promover a gestão, a integração e a otimização dos meios e recursos aéreos disponíveis, visando prestar apoio em missões diversas executadas pelos operadores de segurança pública.

No ano de 2007 começou a operar a primeira aeronave de asa fixa (avião), modelo Cessna 210 de prefixo PT-KCL, o que deu maior versatilidade ao CIOPAer e a oportunidade de atuar numa série de atividades para as quais ainda era restrito.

Desde a criação do GAR as atividades de operações aéreas têm rasgado os céus de Mato Grosso de norte a sul, de leste a oeste, auxiliando não só as instituições de segurança pública, mas todas as demais Secretarias de Estado, além de órgãos do Poder Judiciário e do Governo Federal, de forma que já somamos mais de 17.000 horas de voo em diversos tipos de operações. São milhares de salvamentos, combates a incêndios ambientais e urbanos, transportes de presos, ações de defesa civil e de ajuda humanitária, localizações e recuperações de veículos, transportes de autoridades e servidores públicos, ações sociais, transportes de equipes táticas, monitoramentos e fiscalizações ambientais, salvamentos aquáticos, remoções e transportes aeromédicos, voos de levantamento de inteligência, patrulhamentos de fronteira, entre outros.

O Governo do Estado em conjunto com a Prefeitura Municipal de Sorriso estão em via de inaugurar nossa primeira base descentralizada naquele município, distante 400 km da capital, o que dará ainda mais dinamicidade às nossas operações, permitindo-nos atender de maneira mais eficiente a sociedade mato-grossense.

Hoje fazem parte da frota do CIOPAer três aeronaves de asa rotativa modelo Esquilo, uma aeronave de asa fixa modelo Baron, duas aeronaves de asa fixa modelo Sêneca, e duas aeronaves de asa fixa modelo Cessna 210, as quatro últimas frutos de apreensões judiciais, todas à disposição de nossa população.

Somos compostos por profissionais capacitados e comprometidos com a segurança pública de nosso estado e com a arte de voar com segurança e mitigação de riscos.

Operações Aéreas é o que SOMOS!

Franklin Epiphanio é major da Polícia Militar do Estado de Mato Grosso.

 



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Comentários (2)

  • Gomes | Sexta-Feira, 26 de Janeiro de 2018, 13h40
    2
    1

    Mais nesse caso Sr Augusto não aviação de segurança pública, e o texto trata de aviação de segurança pública...

  • Augusto | Sexta-Feira, 26 de Janeiro de 2018, 08h31
    1
    4

    Eu acredito que o Sr. Major deva retroceder um pouco no tempo. Anos anteriores havia uma frota enorme sob tutela da Casa Militar.

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