29 de Maio de 2020,

Opinião

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Terça-Feira, 31 de Março de 2020, 11h:57 | Atualizado:

Eduardo Póvoas

O Covid 19

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Uma pena que só através de uma tragédia sem fim, o planeta para com a finalidade de contabilizar desgraças.

De diferentes proporções, o brasileiro já viveu outras   tragédias e saiu delas com altivez.

Mesmo neste momento difícil para todos, alguns com seus microfones, outros com suas canetas e outros com suas câmeras, não medem sacrifícios para detonar Prefeitos, Governadores e Presidente da República, em uma demonstração clara e evidente de que ainda, apesar de toda informação que recebe diuturnamente, não se inteirou ou apercebeu do momento único que vivemos.

Não é hora de achar que o Prefeito, o Governador ou o Presidente fala isso, faz aquilo que eu não gosto. É hora de nos unirmos, é hora de sacrifício de todos, é hora de solidarizarmos com os profissionais da saúde, que como nós são de carne e osso, tem esposas e filhos e tem medo tal qual nós temos. Pessoas escolhidas por Deus para dedicar suas vidas no ato de salvar a minha, a sua e a do seu filho.

É hora de voltarmos a respeitar um ente supremo, é hora de termos a certeza de que alguém decide por nós, e ter a certeza de que este que decide, nos dá o ar para respirarmos, o alimento que precisamos e a saúde que necessitamos.

Pouco me importa se você pertence a esta ou aquela religião. Pouco me importa se você goste ou não de imagens usadas por nós cristãos, como se fossem a foto (que não existia no passado) daqueles que reverenciamos. Não é hora de discutir religião, é hora de irmos de encontro à ela, pois tenho certeza de que todas, sem exceção, vão ao encontro desse Ente Supremo.

Aprendi desde meus primeiros dias de vida a adorar, a respeitar, a venerar aqueles que depositamos desde essa época, nossa inteira e absoluta confiança nos seus milagres.

A esquerda ao tomar este país, com ideologia do regime comunista, implantou nas ruas, nas escolas e nas Universidades um deboche descomunal às igrejas, e outras casas religiosas.

Ensinavam em praça pública aos jovens que o crucifixo nada significava e colocavam-no no anus. Defecavam em praças públicas, dentro das Igrejas e destruíam imagens sacras. Pareciam estar aprendendo estes atos de vandalismo com o estado Islâmico.

Chegamos ao ponto do deboche com Cristo chegar no maior desfile deste país, ou seja em uma escola de samba na Marques de Sapucaí.

O que fez Ele para merecer tanto desprezo e vandalismo?

Vão se lembrar Dele agora? Será Ele capaz de nos atender? Óbvio, pois sua última frase continua ainda bem clara nos nossos ouvidos: “Pai perdoe. Eles não sabem o que fazem”.

EDUARDO PÓVOAS     

 

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Comentários (1)

  • AECIO never | Terça-Feira, 31 de Março de 2020, 15h48
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    1

    Em tempos de pandemia, muitos desses néscios que seguem a linha fisiológica de pensamentos excretados pelo pensador mor, Bolsonaro, continuam acorrentados à mediocridade a que sempre estiveram submersos. É o caso especifico desse senhor que não passa de um mero extraidor de dentes, cuja máscara se encontra em estado de putrefação decorrente de "halitose advinda de seu cérebro".

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