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Terça-Feira, 14 de Julho de 2020, 18h:04 | Atualizado:

TRAGÉDIA DO ALPHAVILLE

A PC, jovem alega que arma disparou ao ser tirada de maleta em Cuiabá

Garota de 14 anos esteve com o pai na Delegacia de Homicídios e Proteção a Pessoa


Da Redação

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A adolescente de 14 anos que seria responsável pelo tiro acidental que ocasionou a morte da amiga dela, Isabele Guimarães Ramos, também de 14 anos, prestou depoimento, nesta terça-feira (14) na Delegacia de Homicídios de Proteção à Pessoa (DHPP). Ela estava acompanhada do pai, o empresário Marcelo Martins Cestari, 46 anos, que também prestou esclarecimentos.

Pai e filha chegaram juntos à delegacia, acompanhados do advogado. O acidente ocorreu no domingo (12), no Condomínio Alphaville, em Cuiabá.

De acordo com o advogado da família, Rodrigo Pouso, o que aconteceu foi uma fatalidade e as adolescentes não estariam brincando com a arma. Segundo ele, o objeto estava dentro do "case", que é uma maleta para se guardar armas, e ela estava levando para guardá-lo no quarto do pai, que é o dono da arma.

No entanto, a caixa caiu e quando ela foi pegar o objeto para colocar novamente no "case", houve o disparo que atingiu Isabele. Ainda segundo o advogado, o tiro perfurou o nariz e atravessou a cabeça.

Foi um único disparo. “A arma não tinha todas as travas. Servia para competições e qualquer manuseio sem cuidados poderia levar ao disparo. Além disso, ninguém estava manuseando arma, apontando arma. Isso não existiu", disse o advogado.

Ele afirmou ainda que a família colaborou com a polícia, a todo momento. No dia do fato, o empresário chegou a ser preso por posse ilegal de arma de fogo, mas que acabou solto após pagar fiança de R$ 1 mil.

Um vídeo que circulou pela internet ontem mostra a adolescente, que supostamente efetuou o disparo em uma aula de tiro. O advogado explicou que, assim como o pai, ela pratica tiro esportivo há cerca de quatro meses.

Na residência da família foram encontradas sete armas, duas delas estavam sem o registro no local. Por essa razão, o empresário foi preso e solto após o pagamento de fiança. 



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Comentários (2)

  • João Mello | Terça-Feira, 14 de Julho de 2020, 20h46
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    Mas um bosta de advogado criminalista comentando aqui. O racinha que não vale nada essa de advogados.

  • Advogado criminalista | Terça-Feira, 14 de Julho de 2020, 18h41
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    História que mais parece enredo de novela mexicana, mas advogado é pago para isso mesmo. Quem vai dizer se o tiro foi ou não a queima roupa é a Perícia Oficial do Estado. Agora a outra Parte está de brincadeira pedindo 1 milhão em fiança. Querem resguardar já a indenização?

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