Polícia Quinta-Feira, 28 de Março de 2019, 17h:13 | Atualizado:

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FICTUS 4

PC apreende mais de mil produtos falsificados em lojas de Cuiabá

 

Da Redação

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DECON

 

Quase 1000 peças de roupas e tênis falsificados foram apreendidos na manhã desta quinta-feira (28.03), na operação “Fictus 4”, deflagrada pela Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon), da Polícia Judiciária Civil, em parceria com o Procon Municipal. O trabalho contou ainda com apoio de policiais da Diretoria de Execução Estratégica (DEE), que auxiliaram no suporte logístico.

No comércio alvo da ação, foram apreendidos produtos falsificados das marcas Calvin Klein, Nike, Asics, Adidas, New Balance e Puma. O proprietário da empresa não foi localizado no momento da ação, porém será responsabilizado pelos crimes contra a propriedade das marcas e concorrência desleal e fraudes no comércio

A operação foi deflagrada com objetivo de apurar uma denúncia sobre no comércio, “Atacadão dos Calçados” no bairro Vista Alegre, em Cuiabá, suspeito de comercializar roupas e tênis de marcas renomadas, a valores abaixo do mercado, possivelmente se tratando de produtos piratas.

No estabelecimento, os policiais da Decon e fiscais do Procon apreenderam 998 mercadorias falsificadas sendo 17 camisetas Calvin Klein, 16 camisetas Nike, 13 camisetas Adidas, 1 boné Adidas, 1 boné Nike, 525 tênis Nike, 163 tênis Adidas, 47 tênis Asics, 173 tênis New Balance, 42 tênis Puma, totalizando 950 pares de tênis e 48 peças de roupas.

Além do comércio de mercadoria ilícita, a loja não possuía alvará de funcionamento dos órgãos oficiais.

Segundo o delegado da Decon, Antônio Carlos de Araújo, as réplicas de marcas famosas eram vendidas a preços populares, como um par de tênis por R$ 60 ou dois por R$ 100. Camisetas e bonés eram vendidos a R$ 30 a unidade e saiam pelo valor de R$ 50 na compra de 2 exemplares.

Como o proprietário do comércio não estava no local no momento da ação, um vendedor da loja foi conduzido a Decon para prestar esclarecimentos. Interrogado, ele disse ter pouco contato com os donos da empresa e que desconhecia a origem ilícita das mercadorias vendidas na loja.

A Especializada irá aguardar a confirmação da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), que fará perícia nas mercadorias para atestar se tratar de produtos contrafeitos ou falsificados.

CRIMES

As condutas referentes ao comércio de produtos falsificados ou pirateados estão tipificadas no artigo 190, inciso 1 da Lei 9.279/96,  do Código de Propriedade Industrial, pena detenção de 3 meses a 1 ano;  artigo 7, inciso 7, VII, da Lei  8.137/90 da lei contra as Relações de consumo, pena de 2 a 5 anos ou multa; por fraudes no comércio, previsto no artigo 175, inciso I do CPB, e ainda por infrações praticadas dentro do Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/90 em seu artigo 67).

Risco aos consumidoresOs produtos originais são fabricados obedecendo à legislação brasileira e controle das agências de vigilância sanitária, para garantir sua segurança e eficácia. Já os produtos falsos são não passam por esse controle e não têm as mesmas garantias dos originais, além de não atender as especificações técnicas de fabricação, higiene e segurança.





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Comentários (4)

  • beto

    Quinta-Feira, 28 de Março de 2019, 19h34
  • Se estas empresas tivessem o cuidado de conquistar todos clientes, com produtos mais baratos, não existiria pirataria, mas só querem vender para boys ai nos aqui da periferia temos que comprar pirata mesmo,
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  • Ze Vigilante

    Quinta-Feira, 28 de Março de 2019, 18h00
  • Será qie não fiscaliza o shopping popular porque la tem gente graúda, importante e influente....
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  • Antonio

    Quinta-Feira, 28 de Março de 2019, 17h36
  • Nada contra, mas pq então esse povo não faz o mesmo nos Shopings Populares de Cuiabá e Várzea Grande.... Dicerto tudo que vendem lá é original......
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  • LUCIA CARIN

    Quinta-Feira, 28 de Março de 2019, 17h29
  • RAPAZ, EU NÃO SEI O MOTIVO DESSA FISCALIZAÇÃO TAMBÉM NÃO OCORRER NO SHOPPING POPULAR?
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