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Sexta-Feira, 31 de Outubro de 2014, 08h:29 | Atualizado:

FÚRIA

Servidor é detido por quebrar ponto eletrônico na secretaria de Saúde

J.P.P, que coordena movimento para retirada dos equipamentos, também é acusado de ameaçar colega de trabalho


Da Redação

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O técnico em radiologia e servidor da Secretaria Estadual de Saúde, J.P.P, 40, foi levado a delegacia na tarde desta quinta-feira após quebrar os aparelhos de freqüência dos funcionários e ameaçar uma servidora no prédio da secretaria no Centro Político Administrativo, em Cuiabá. Segundo as informações, J.P.P lidera um movimento de abaixo assinado para a retirada dos aparelhos.

A confusão aconteceu por volta das 16h quando o técnico em radiologia foi conversar com a servidora M.M.O., 39, sobre o abaixo assinado. Ele ficou irritado com as respostas da colega de trabalho e resolveu retirar os aparelhos de pontos eletrônicos por conta própria. Ele quebrou os equipamentos com “golpes de capacete”.

A Polícia Militar foi acionada e conduziu o servidor até o plantão metropolitano da capital. A servidora M., que relatou ter sido ameaçada pelo colega, também foi até a delegacia para prestar esclarecimentos. 

Ao delegado plantonista, o homem afirmou que movimenta o abaixo assinado por que os aparelhos de ponto emitem radiação e confessou ter quebrado eles após ficar irritado com o desprezo e prepotência da servidora, que o tratou mal.

O servidor foi liberado após pagar uma fiança de um salário mínimo. Ele foi autuado nos artigos 147 (ameaçar alguém, por palavra, escrito ou gesto, ou qualquer outro meio simbólico, de causar-lhe mal injusto e grave) e 163 (destruir, inutilizar ou deteriorar coisa alheia).   

 

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Comentários (8)

  • Comerciario | Sábado, 01 de Novembro de 2014, 07h18
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    Esse pessoal que pede a retirada do controle de ponto, só faz isso para poder não cumprir suas responsabilidades com a carga horária.

  • Rebeca Cantarini | Sexta-Feira, 31 de Outubro de 2014, 23h40
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    Na época do Tião, fizeram o mesmo e não deu em nada.

  • eduardo | Sexta-Feira, 31 de Outubro de 2014, 18h05
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    olha, não concordo com a violência e nem destruição do patrimônio público, e muito menos com a agressão moral do servidor subalterno, mas, se quer saber, um governo sério, competente, honesto e que valoriza os servidores não precisa se preocupar em controlar a assiduidade do servidor, pois este iria trabalhar satisfeito, motivado e sabendo da importância do seu papel na instituição que trabalha, como também para o governo e para a sociedade, que é o verdadeiro patrão, e quem remunera a todos os servidores públicos. Entendo que deva haver uma forma de controle de frequência do servidor, mas, muito mais do que isso, do que faz e produz e para que serve o resultado para toda a sociedade, e não apenas para um governo. Penso que o relógio de ponto não é um método correto de estabelecer um relacionamento entre o chefe e o servidor baseado no respeito e consideração, trata-se de um instrumento frio, que não incorpora questões de relacionamento e vida privada que o servidor têm seus direitos, como também, cabe avaliar o impacto sobre a saúde do servidor quanto a emissão de radiação desse aparelho. o servidor têm o direito de não se sujeitar a usar um equipamento que pode comprometer sua saúde a médio e longo prazo, e se confirmar essa tese o governo pode estar condenando os servidores a contrair doenças e enfermidades, o que é um absurdo, para não dizer crime. é importante ressaltar que vários órgãos de governo estadual gastaram nos últimos meses milhões de reais para controlar a assiduidade do servidor, mas, não querem nem pensar em revisar num patamar digno o plano de cargos e salários, o que também desmoraliza qualquer tentativa governamental de amordaçar o servidor público no seu posto de trabalho.

  • Cedenice | Sexta-Feira, 31 de Outubro de 2014, 15h57
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    O movimento não é para retirada dos aparelhos, e sim suspensão da obrigatoriedade do registro por meio biométrico até que seja sanada as dúvidas sobre possível emissão de raios ionizante. o registro seria por outro tipo de sistema. Baseado no princípio da precaução, isto é se não estudo seguro, a saúde do trabalhador é prioridade.

  • Simples assim | Sexta-Feira, 31 de Outubro de 2014, 15h13
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    pode apostar que é um FANTASMÃO.... kkkkkkkkkkkkkkk

  • Maria da Graça | Sexta-Feira, 31 de Outubro de 2014, 14h12
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    Processo Administrativo nele.. uai.

  • andreia | Sexta-Feira, 31 de Outubro de 2014, 13h37
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    Essa coordenadora de recursos humanos ela maltrata os servidores, gritam... até hoje ela não achou um que dasse na cara dela, pois ela está merecendo faz tempo.

  • joao | Sexta-Feira, 31 de Outubro de 2014, 10h43
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    não que ter horário o bacana

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