Política Terça-Feira, 14 de Maio de 2019, 11h:20 | Atualizado:

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SEGURANÇA PÚBLICA

MT loca 1,1 mil viaturas por R$ 93 milhões

Apenas com locação de carros, Sesp gasta R$ 39,3 milhões por ano

Da Redação

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Do orçamento total da Secretaria de Estado de Segurança Pública – Sesp, em 2018, fixado em R$ 2,7 bilhões, cerca de R$ 93,3 milhões foram destinados para manutenção de serviços de transporte (locação, abastecimento e manutenção da frota de carros que atende unidades da Polícia Judiciária Civil, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, além da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec). Ao todo, a Sesp mantém 13 contratos de locação de veículos para atender as demandas da pasta e que agora estão sendo objeto de uma auditoria de conformidade realizada pela Secretaria de Controle Externo de Educação e Segurança Pública do Tribunal de Contas de Mato Grosso.

A auditoria foi prevista no Plano Anual de Fiscalização – PAF do TCE e no Plano Anual de Atividades – PAT da Secex de Educação e Segurança Pública. O foco da auditoria, conforme explicou a responsável, auditora pública externa Patrícia Leite Lozich, é verificar se está havendo uma gestão eficiente da frota da secretaria, “pois boa parte das ações realizadas, tanto pela Sesp como pelas unidades subordinadas, dependem de veículos operacionais”. Os trabalhos foram iniciados no final de 2018 e o relatório foi encaminhado ao relator das contas da Secretaria, conselheiro interino Luiz Henrique Lima.

O orçamento do Estado para a função de segurança pública, em 2018, foi de R$ 2,739 bilhões, sendo 86,45% destinados a despesas de pessoal, encargos sociais, juros e encargos da dívida. Restaram R$ 371 milhões para custeio e investimentos.

Desse montante, R$ 93,3 milhões foram destinados à manutenção de serviços de transporte (locação, abastecimento e manutenção da frota). O que já se verificou é que 2.043 veículos são alugados.

No entanto, conforme dados do Sistema de Gerenciamento e Manutenção de Frotas – Sismaf e da Superintendência de Transportes da Sesp, somente 1.144 veículos estão rodando de forma ativa. Ainda, foi identificado que, do total de veículos próprios da pasta que estão ativos, apenas 9,6% possuem ano de fabricação 2016 ou mais recente, ou seja, da própria frota da Sesp, 90,4% foram fabricados antes de 2016.

Do total de carros ativos – 2.169, 1.144 são locados, 867 são próprios, 144 sob cautela e 14 são cedidos de outros órgãos. Para a Polícia Militar são disponibilizados 1.139 carros, depois vem a Polícia Judiciária Civil, com 657 carros; o Corpo de Bombeiros, com 239 carros; a Sesp, com 73; e a Politec, com 61 carros.

Patrícia Leite explica que a auditoria está avaliando a regularidade da gestão da frota de veículos alugados da Sesp/MT, da gestão de manutenções preventivas e corretivas da frota de veículos próprios, bem como o efetivo cumprimento das cláusulas dos instrumentos referentes à locação da frota e manutenção das viaturas. Dos 13 contratos de locação, estão sendo inspecionados cinco contratos da Sesp/MT com empresas de locação e manutenção, que perfazem no total R$ 87,9 milhões, portanto de maior relevância.

A previsão da Secex de Educação e Segurança Pública do TCE é que serão auditados ao todo um volume de recursos da Sesp de R$ 102.008.364,00.





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Comentários (2)

  • Isinha

    Terça-Feira, 14 de Maio de 2019, 14h33
  • JOSÉ, quando retornar ao cofre público, o roubo da turma que INGERIU o estado na COPA de 2014 em CUIABAZÃO !!
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  • Jos?

    Terça-Feira, 14 de Maio de 2019, 11h56
  • QUANDO É QUE SERÁ INVESTIGADO O DESGOVERNO PEDRO TAQUES ? O DESGOVERNO PEDRO TAQUES QUEBROU O ESTADO POR CAUSA DOS MAIS DE R$25 BILHÕES DE IRREGULARIDADES EM 2015 A 2018. Até agora não foi apurada a responsabilidade de todos os membros do desgoverno taques quanto aos desvios e fraudes do desgoverno da transformação do estado em caos e roubalheira, cujas irregularidade somadas já ULTRAPASSARAM OS $25 BILHÕES. Só para lembrar aí vai a lista detalhada dos mais de $25 bilhões em irregularidades pendentes de serem apuradas: R$69 milhões em desvios na caravana da transformação; perdão de R$645 milhões em dívida da petrobrás; perdão de R$5 milhões de reais em dívidas da unimed cuiabá; a operação Rêmora por desvio de R$57 milhões na SEDUC; operação Bereré por desvio de R$30 milhões no Detran; operação Grampolândia na segurança pública usada para chantagear adversário; delação de Alan Malouf sobre Brustolin recebendo R$80 mil por fora todo mês; delação de Alan Malouf e Perminio indicando que secretários (Permínio, Brustolin, Julio Modesto e etc) recebendo mensalinho de R$30 mil/mês; mensalinho R$100 milhões por dentro para os deputados; rombo de R$4 bilhões no caixa e desvio de $500 milhões do Fundeb; desvio de R$1,2 milhões no fundo de trabalho escravo; desvio e apropriação de R$300 milhões dos municípios; desvio e apropriação de R$300 milhões dos poderes; aumento de $2 bilhões nos Incentivos Fiscais; aumento de milhares de cargos políticos comissionados, aumentou da folha de pagamento pela contratação de mais de 10.000 pessoas; uso da justiça para proteger seus amigos e secretários conforme disse o cabo Gerson; delação de Alan Malouf tratando de 12 tipos de corrupção entre elas os $10 milhões de caixa 2 administrados por Alan Malouf e Julio Modesto; licitação irregular de 11 bilhões para transporte interestaduais; desvio de R$58 milhões em pontes na SINFRA; $300 milhões em vantagem cobrada de quem recebeu antecipado no decreto do bom pagador; crédito de R$100 milhões para o primo Paulo Taques; maracutaia com a juizá candidata para ferrar o Silval e a família dele; irregularidades de R$3 bilhões no Edital nº 02/2018 da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra) sobre rodovias MT 246, MT 343, MT 358 e MT 480. Além disso, apropriação indébita de R$70 milhões descontado dos salários dos servidores públicos para pagar empréstimos consignados, estouro da folha pagando vantagens para apaniguados políticos que receberam salários acima de R$100 mil, contratação irregular de 2000 cabos eleitorais na SEDUC para fazer campanha para o ex-secretário Mahafon, peculato ao gastar R$10 milhões em telefone por secretaria do estado durante a campanha eleitoral para o governo 2018; R$180 milhões em indenizações irregulares pagas em 2018 as empresas supostamente prestadoras de serviços na Secretaria de Estado de Saúde Secretaria. Pedro Taques e Gallo cometeram crime de responsabilidade de R$3,7 bilhões ao deixar restos a pagar para o próximo governo sem a devida provisão de fundos exigida na Lei de Responsabilidade Fiscal.
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