09 de Agosto de 2020,

Cidades

A | A

Sexta-Feira, 20 de Março de 2015, 10h:00 | Atualizado:

DROGAS EM COLCHÃO

Justiça arquiva inquérito policial contra advogada no Norte de MT


SORRISO

maconha-colchao.jpg

 

Por determinação judicial, o inquérito policial movido em face de uma advogada de Sorriso, acusada supostamente por tráfico de entorpecentes, foi arquivado por falta de provas. O juiz Cristiano dos Santos Fialho considerou que durante a fase policial não foram encontrados elementos mínimos que comprovassem que a profissional, “de forma consciente e voluntária, tenha praticado o crime em comento”. 

Na decisão, datada de 10 de fevereiro, o magistrado da 5ª Vara Criminal determinou a expedição de alvará de soltura e o arquivamento do Inquérito Policial. A advogada remeteu a determinação à Subseção de Sorriso e à OAB buscando a divulgação diante do constrangimento que sofreu ao ter seu nome noticiado na imprensa quando foi visitar o cliente na prisão. “Fui, no exercício das minhas atribuições  como advogada,  envolvida neste episódio constrangedor e já pagando, sem dever, através de prisão domiciliar, por um delito que não cometi", observou Cibele Parreira Reis de Lima Miranda.

O parecer do Ministério Público Estadual foi pelo arquivamento demonstrando que o indiciado relatou que não informou à advogada de que havia maconha dentro do colchão. O presidente da OAB de Sorriso, Evandro Santos da Silva, deu todo o apoio necessário à profissional e relatou que ela é nova na advocacia na cidade, apesar de ser conhecida por ter trabalhado em meios de comunicação, tendo ela própria pedido que fosse feita a revista diante da suspeita levantada pelos agentes prisionais durante a revista. 

VEJA MAIS

Advogada tenta entrar com drogas em colchão



Postar um novo comentário

Comentários (1)

  • Adauto | Sábado, 21 de Março de 2015, 15h02
    2
    0

    Temos que estar o tempo todo antenados. Nunca levei algo para presos nas Penitenciárias. Aliás, numa única vez levei compras de um supermercado. Mas foi eu quem as fiz. Precisava estar bem seguro dessa operação. Ainda assim, revistaram tudo. Eu permaneci com o cupom fiscal nas mãos, pronto para responsabilizar o Gerente da empresa, acaso algo de errado ali existisse. Fora disso, não levo nem água benta em litro transparente. A nobre colega se houve com muita ingenuidade no episódio. Mas acontece. Minha sincera solidariedade.

INFORMES PUBLICITÁRIOS

MAIS VÍDEOS