Economia Segunda-Feira, 06 de Maio de 2019, 20h:00 | Atualizado:

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SONEGAÇÃO

Juiz adia audiência sobre fraudes de R$ 140 milhões em MT

 

Gazeta Digital

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As audiências referentes a Operação Crédito Podre, que seriam realizadas nesta segunda-feira (6), foram adiadas para o dia 20. Acusados e testemunhas não foram intimados e, por isso, o juiz Jorge Luiz Tadeu, da Sétima Vara Criminal, decidiu por redesignar as oitivas. “Vamos adiar para, no futuro, não haver questionamento sobre nulidade”, afirmou o magistrado durante audiência.

Com o adiamento da sessão, as testemunhas Rafael da Cruz Vieira, Valter Camelo Xavier, Jovanize Pereira da Silva, Fabiano Cândido de Lima, Ronilson Alves Moraes de Oliveira e Eliane Cunha do Nascimento serão ouvidas no dia 20. Todas são convocadas pelo Ministério Público Estadual (MPE).

Devido à mudança, os interrogatórios do dia 20 serão remarcados.

Na ocasião, os advogados dos réus solicitaram ao magistrado que fossem devolvidos os documentos e demais materiais apreendidos dos acusados.

O juiz encaminhou o pedido ao MPE para que avalie o requerimento. Os bens foram recolhidos durante a deflagração da operação e encaminhado à Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) para perícia.

Em fevereiro deste ano, o réu Wagner Florêncio Pimentel foi morto a tiros dentro do carro, no bairro Jardim das Américas, em Cuiabá. Há suspeita de que o crime tenha sido uma maneira de calar a vítima, que estaria em processo de acordo de delação junto ao MPE.

Crédito Podre

A primeira fase da operação da Delegacia Especializada em Crimes Fazendários e Contra a Administração Pública (Defaz) foi deflagrada em 7 de dezembro de 2017 passado contra empresários, contadores, comerciantes e corretores acusados de fraudar a exportação de commodities, como milho, algodão, feijão, soja, arroz, sorgo, girassol, entre outros com o objetivo de sonegar impostos.

Apura-se que a organização criminosa tenha sonegado mais de R$ 140 milhões em Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).





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