19 de Fevereiro de 2020,

Economia

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Segunda-Feira, 20 de Janeiro de 2020, 11h:30 | Atualizado:

CONTAS

Número de devedores em MT caiu 2,74%

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De acordo com Dados apurados pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), o número de devedores em Mato Grosso de novembro para dezembro caiu ‐2,74%. Na região Centro‐Oeste, na mesma base de comparação, a variação foi de ‐0,62%.

A pesquisa mostra ainda, que a abertura por faixa etária do devedor com participação mais expressiva no mês de dezembro foi o da faixa de 30 a 39 anos (26,62%).

Evolução do número de dívidas

Já em relação ao número de dividas no Estado, na passagem de novembro para dezembro, o número caiu ‐2,27%. Na região Centro‐Oeste, nessa mesma base de comparação, a variação foi de ‐0,37%.

O setor com participação mais expressiva do número de dívidas em dezembro no estado foi comércio, com 33,25% do total.

Número médio de dívidas por devedores

Em dezembro de 2019, cada consumidor inadimplente tinha em média 1,960 dívidas em atraso. O número ficou acima da média da região Centro‐Oeste (1,904 dívidas por pessoa inadimplente) e acima da média nacional registrada no mês (1,844 dívidas para cada pessoa inadimplente).

Estimativa de devedores

O SPC Brasil estima que em dezembro de 2019 haviam 1,15 milhão pessoas físicas negativadas em Mato Grosso, o que representa 46,32% da população entre 18 e 94 anos do Estado.

Para o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL Cuiabá), Nelson Soares, a recuperação da economia vem ocorrendo de forma gradual, como vem acontecendo nos últimos meses. Para ele, as campanhas de recuperação de crédito como as que a CDL Cuiabá realizou no fim de 2019, aliadas as ações do governo federal como a liberação do FGTS contribuíram para esse resultado. “Nós esperamos que mesmo que a passos lentos, a recuperação da economia continue no decorrer de 2020 e que os cidadãos consigam honrar seus compromissos. Esperamos mais ações do governo federal também para que o cidadão consiga emprego e garantir renda para que de fato a economia volte a crescer de forma mais rápida”, disse.

 

 

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