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Terça-Feira, 06 de Fevereiro de 2018, 21h:20 | Atualizado:

Acusado de estuprar e assassinar menina é condenado a 51 anos de prisão em MT


G1

Acusado de estuprar e assassinar uma adolescente em Tabaporã, a 643 km de Cuiabá, Sinval Gomes da Fonseca, de 48 anos, foi condenado pela Justiça a 51 anos de prisão pelo crime. O corpo de Cristielem Rezende, de 14 anos, que tinha deficiência mental foi encontrado pela mãe dela na casa do réu.

O crime ocorreu em outubro do ano passado. À época, Sinval foi preso e confessou o homicídio. Em depoimento, ele alegou que estava embriagado e não se lembrava o motivo que o levou a cometer o crime.

O julgamento foi realizado no dia de 30 de janeiro e presidido pelo juiz Rafael Depra Panachiella. Ao todo, Sinval foi condenado a 51 anos, um mês e 15 dias de prisão pelos crimes de homicídio por motivo fútil, com emprego de meio cruel cumulados pela 8.072/90 sobre crimes hediondos.

O réu já tinha passagens na polícia por estupro quando cometeu o crime e tinha sido liberado da prisão antes de cometer o crime. Ele era vizinho da família da vítima.

O corpo de Cristielem foi encontrado pela mãe dela. Segundo a irmã da vítima, Josy Rezende, a mãe havia voltado do trabalho e não encontrou a filha em casa, como de costume. “A comida estava pronta no fogão, a roupa lavada, mas a minha irmã não estava lá. Minha mãe pediu a ajuda de conselheiras que moram perto e saiu para fazer buscas. Depois de procurar, ela resolveu ir na casa do vizinho”, contou.

Ainda segundo a irmã de Cristielem, a mãe abriu a porta da residência e se deparou com marcas de sangue no chão. Depois de procurar a filha sem sucesso, a mãe da vítima encontrou o vizinho no banheiro com ferimentos no braço. Ele foi socorrido e levado para a delegacia depois de receber atendimento.

Com a ajuda de outros moradores a mãe resolveu fazer uma nova busca na casa. O corpo foi encontrado por ela embaixo da cama. Além das marcas de facadas, o corpo tinha sinais de estrangulamento e estupro.

 



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Comentários (1)

  • José Luiz | Quarta-Feira, 07 de Fevereiro de 2018, 09h11
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    Infelizmente essa pena deverá ser reduzida em muito pelo TJ, caso haja recurso. Tratam-se das leis e jurisprudência brasileiras e uma visão equivocada e de magogica da questão da criminalidade e dos transtornos mentais. O correto seria internação em manicômio judicial pelo resto da vida, ou seja, perpétuo. Mas essas prisões especiais praticamente não existem no Brasil, do mesmo modo que para os os doentes com transtornos mentais não existem hospitais para internação, não existem psiquiatras suficientes e menos ainda remédios. Afinal custa caro, para quem quer roubar e fazer obra eleitoreira, gastar o dinheiro arrecadado com os impostos cada vez mais caros com coisas úteis à sociedade.

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