24 de Maio de 2020,

Economia

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Quarta-Feira, 25 de Março de 2020, 12h:00 | Atualizado:

REFLEXO DAS MEDIDAS

Após 4 anos, MT fecha contas no "azul" com saldo positivo de R$ 870 milhões

Estado teve receita de R$ 20,7 bilhões e despesas de R$ 19,8 bilhões

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O Governo de Mato Grosso conseguiu fechar um ciclo negativo e, pela primeira vez depois de quatro anos, fechou as contas no azul, ou seja, gastou menos do que arrecadou. De acordo com o balanço, a receita de 2019 foi de R$ 20.745 bilhões e a despesa foi de R$ 19.875 bilhões, tendo um saldo positivo de R$ 870 milhões.

Na avaliação do governador Mauro Mendes, o resultado é reflexo de todas as medidas adotadas no decorrer do ano de 2019, que contribuíram para estancar o crescimento das despesas. “Cortamos cargos, diminuímos o número de secretarias de 24 para 15, renegociamos contratos, reduzimos o custo da máquina pública e o crescimento da folha de pagamento, além do trabalho realizado pelos servidores públicos na contenção dos gastos e eficiência na prestação do serviço. O resultado é um Estado mais equilibrado e que está retomando o rumo do crescimento”, afirmou Mauro Mendes.

Conforme os números oficiais, em 2015 o Estado arrecadou R$ 14.055 bilhões e teve uma despesa de R$ 14.353 bilhões, o que correspondeu a uma dívida que ficou sem pagar no valor de R$ 298 milhões. No ano seguinte, o saldo negativo entre despesas e receita ficou maior e alcançou R$ 386 milhões. Já em 2017, o governo arrecadou R$ 16.554 bilhões e gastou R$ 18.187 bilhões, saltando para R$ 1.633 bilhão de despesa contraída e não paga naquele ano.

Os números também comprovam que, em 2018, a relação entre receita e despesa foi mantida no negativo. Naquele ano, foram arrecadados R$ 18.112 bilhões, enquanto a despesa foi de R$ 18.680 bilhões, o que deixou uma dívida sem pagar de R$ 558 milhões. “Com esse resultado positivo, é possível demonstrar que o trabalho realizado pelas nossas equipes e servidores está no rumo certo. Vamos continuar trabalhando muito nesse ano de 2020 para que seja possível desburocratizar a máquina pública, melhorar ainda mais a prestação de serviço especialmente nas áreas de saúde, educação, infraestrutura e segurança”, destacou Mendes.

Ainda de acordo com ele, a melhoria da situação financeira já tem reflexos em prol da sociedade, como a reforma de seis hospitais (Regionais de Sorriso, Sinop, Alta Floresta, Rondonópolis, Metropolitano de Várzea Grande e o hospital Adauto Botelho); obras em 82 escolas, além da manutenção em outras 200 unidades; e a entrega de 64 obras de infraestrutura em dezenas de cidades e outras 119 obras em andamento, entre pontes, recuperação de rodovias e pavimentação asfáltica.

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Comentários (6)

  • Gabriel | Quarta-Feira, 25 de Março de 2020, 15h42
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    Que engraçado. Sobrou dinheiro e não pagou minhas verbas rescisórias de quando trabalhei como servidor efetivo do Detran. Eu saí em 2018 e até hoje não recebi as verbas rescisórias, estão me enrolando a tempos. Os servidores dizem que o estado está sem dinheiro para pagar, só estão pagando quem entra com processo judicial. PAGUE MINHAS VERBAS RESCISORIAS SENHOR GOVERNADOR.

  • Sacripanta | Quarta-Feira, 25 de Março de 2020, 14h48
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    Mauro Mendes se supera a cada pronunciamento e a cada reportagem encomendada. Ser a que a canalhice e vilania tem limites ???

  • CIDADÃO DE OLHO | Quarta-Feira, 25 de Março de 2020, 14h15
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    SE NÃO TIVESSE DADO VERBAS PARA O TCE MT E ISENÇÕES FISCAIS BILIONARIAS TINHA SOBRADO O TRIPO ESSE GOVERNADOR NUNCA MAIS...

  • André | Quarta-Feira, 25 de Março de 2020, 13h44
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    Ou seja : o cara é um gênio da administração. Será? Sinceramente eu não acredito nessas pessoas com mandato. Plantou o caos no início do governo e disse várias vezes que levaria muitos anos pra isso acontecer e em menos de dois anos, mostra esse resultado. Agora, será um excelente cabo eleitoral. Só trouxa cai nessa história.

  • ALEXANDRE | Quarta-Feira, 25 de Março de 2020, 13h21
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    Nunca houve crise.

  • Analista Político | Quarta-Feira, 25 de Março de 2020, 12h34
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    Vem com esse H agora? Vai dizer que arrumou o Estado e colocar a crise agora no Vírus, lamentável.

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